Oficinas Terapêuticas desenvolvidas pelo Caps resgatam dignidade dos pacientes em Rolim de Moura

Fonte: da Assessoria para o Jornal Eletrônico www.inforondonia.com.br - Em Social - 12/12/2018 16h 52min

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Oficinas Terapêuticas desenvolvidas pelo Caps resgatam dignidade dos pacientes em Rolim de Moura

As oficinas terapêuticas compõem um dos dispositivos da Política Nacional de Saúde Mental realizadas pelo Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) visam sensibilizar e efetivar um cuidado integral fomentado pelos preceitos da Reforma Psiquiátrica.

No CAPS de Rolim de Moura as oficinas terapêuticas são coordenadas pela Pedagoga Karenyne Morgana Vieira Braga Nóbrega, nas segundas e terças-feiras, atendendo decreto da Secretaria Municipal de Saúde. As atividades são planejadas com o intuito de oferecer oportunidades aos usuários de maneira criativa, a diversas formas de poder se expressar. As atividades são realizadas em grupo com a presença da profissional que em alguns momentos recebeu estagiários do curso de Pedagogia da UNIR. As oficinas terapêuticas são uma das principais formas de tratamento oferecidas nos serviços de saúde mental, serviços estes indispensáveis no cuidado em saúde mental.

 

Karenyne Morgana, explicou que se entende que as oficinas terapêuticas não devem possuir o sentido de causar apenas ocupação e entretenimento, mas sim de serem as grandes promotoras da reinserção social, por meio de ações que podem envolver o trabalho, a criação de produtos, a geração de renda e principalmente de estimular e retomar a autonomia do sujeito.

A coordenadora explicou que neste ano foram desenvolvidas as oficinas de alfabetização e letramento, roda de música e teatro, diversos artesanatos, entre eles, corte e costura pintura em MDF e em telhas, pesos de porta, chaveiros e bolsas.

Isso tudo mostra que se está promovendo o exercício da cidadania dos pacientes à reinserção familiar, muitos falam que tem conseguido tomar decisão em casa, melhorado relacionamento familiar e reinserção social e políticos. Eles mostram realmente que sentem que querem respeitos e sejam respeitados na vida profissional e social, eles passam a ser os autores da própria história.  É importante que se diga que esse trabalho e feito em conjunto, e faz com quem eles busquem essa autonomia e sejam mais participantes da vida pública social, comemora Karenyne com os resultados alcançados e a evolução dos pacientes.

“Para encerrar as atividades esse ano tivemos vários momentos de confraternização deste ano com os usuários que participam das oficinas terapêuticas e no auditório da UNIR assistimos o Auto da Compadecida”. Finalizou

 

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