5 doenças muito comuns durante a gravidez

Algumas condições podem causar problemas ao bebê e aumentar o risco de parto prematuro.

Fonte: Noticias ao Minuto - Em Saúde - 14/09/2018 09h 21min

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5 doenças muito comuns durante a gravidez

Durante a gestação, o corpo e o sistema imunológico da mulher sofrem diversas transformações. A produção hormonal é alterada drasticamente, resultando na baixa imunidade e, consequentemente, facilitando a proliferação de micro-organismos que causam doenças comuns nesse período.

De acordo com Renato de Oliveira, ginecologista e infertileuta da Criogênesis, o acompanhamento pré-natal é importante para garantir a saúde da mãe e o desenvolvimento do bebê, já que existem doenças que podem atingir o feto.

“Geralmente 10 a 15% das futuras mães apresentam alguma complicação durante a gravidez. Portanto, é imprescindível realizar o pré-natal, pois algumas alterações podem resultar em morte materna, fetal ou neonatal até problemas de desenvolvimento do recém-nascido”, alerta.

Abaixo, o especialista separou cinco doenças comuns na gravidez que merecem atenção especial:

Infecção urinária - Causada por bactéria, a doença aparece devido à diminuição da defesa do organismo, que está associada a uma flacidez da uretra, gerando desconforto, dor e ardência ao urinar. Essa infecção não causa alterações letais, mas caso não seja curada de fato pode afetar o crescimento do feto e até levar ao parto prematuro.

Anemia - A condição, causada pela deficiência de ferro, pode afetar o crescimento do bebê, pois, durante a gestação, a mãe precisa fornecer cerca de 27 mg de ferro para alimentar a produção de hemoglobina para ela e o feto. “Para prevenir o problema, a futura mamãe deve seguir uma alimentação balanceada e, se preciso, o médico poderá prescrever suplementos”, alerta o especialista.

Pré-eclâmpsia - É uma afecção que pode provocar inchaço, perturbações hepáticas e aumentar a pressão arterial. “O problema, que está entre os mais graves desse período, pode resultar no envelhecimento da placenta e o parto prematuro. Além de surgir no terceiro trimestre, é mais comum na primeira gravidez.

Diabetes gestacional - Caracterizada pelo aumento do nível de glicose no sangue durante a gravidez, geralmente desaparece depois do parto. “A condição pode prejudicar o bebê, o que levaria a um parto cesárea, além da possibilidade de alterar o peso da criança e aumentar em duas vezes o risco de pré-eclâmpsia”, comenta Renato.

Vaginose bacteriana - Infecção caracterizada pela alteração na flora vaginal que aumenta a proliferação de bactérias causando corrimento com forte odor. Pode causar ruptura da bolsa e o parto prematuro.

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